Abade de Faria

Biografia em Construção

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Adriano Vaz Velho

Adriano Joaquim Vaz Velho
Luanda-01.03.1916;

Este conceituado amador de ilusionismo, de nome completo Adriano Joaquim Vaz Velho Júnior, nasceu em Luanda, no dia 1 de Março de 1916.
Filho de Adriano Joaquim Vaz Velho e de D. Margarida da Luz Vaz Velho, muito novo deixou o curso primário, para depressa concluir o curso geral dos liceus. A seguir, e com ótima classificação, formou-se em Ciências Matemáticas pela Faculdade de Ciências da universidade de Lisboa. Foi professor do ensino particular em vários colégios. Diretor, durante três anos, do Colégio Portugal, na Parede, Cascais. Professor do ensino técnico oficial, na escola Comercial Veiga Beirão de Lisboa, e na Escola Industrial Marques de Pombal. Desde 1959, exerce o cargo de professor-diretor da escola Industrial e Comercial de Montemor-o-Novo, onde é estimado por todos os colegas do magistério e muito respeitado e considerado pelos educandos. O Dr. Vaz Velho exerceu as funções de inspetor na Repartição de Salubridade Pública da Camara Municipal de Lisboa. É diplomado em telegrafia pela N.A.C., e possui carta de operador de rádio amador. Proprietário de posto emissor C.T.I.A.O., com o qual tem comunicado com o mundo inteiro. Esperantista desde muito novo, como qual fundou e dirigiu, durante sete anos, «Miro Português», publicação que na língua de Camões representa a revista «Miro», órgão dos esperantistas-ilusionistas mundiais. O seu entusiasmo pela ciência da subjugação dos sentidos, data de há vinte e dois anos, desde que assistiu a um espetáculo de Arte Mágica, efetuado por Edmundo do Portugal, já falecido, o ilusionista nosso compatriota que maior número de «figuras» executava com os aros chineses. No dia 21 de julho de 1956, os ilusionistas lisbonenses promoveram um almoço de convívio fraternal em homenagem ao Dr. Vaz Velho, que foi muito concorrido e animado. Do Porto vieram Martins Oliveira, Lopes Gaya, e de Viseu, o Dr. Francisco Ribeiro Saraiva. Depois do repasto, a seguir aos brindes, teve lugar uma sessão de ilusionismo, em que atuaram, além do homenageado, muitos dos mágicos presentes. Á festa assistiram bastantes senhoras.

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Aguinaldo (D.)

Aguinaldo Ramos Conduto D. Aguinaldo.
Aguinaldo Ramos Conduto, era Natural de São Clemente ( Loulé ), nasceu a 8 de Setembro de 1909.
Fixou se na cidade de Évora na sua adolescência, mas é por LIsboa que passa uma boa parte, mas por fim fixa-se na cidade do Porto.
Foi Serralheiro de ofício o que lhe permitiu construir as suas aparelhagens mágicas onde utilizava como Profissional de Ilusionismo.
D. Aguinaldo percorreu várias vezes a Penísula Iberica, actuou nos Açores e de 1966 a 1972 manteve activo nas colónias Portuguesas.
Vitima de um acidente Cardio-vascular a 9 de Julho de 1976 antes de actuar no Circo Portugal, na Apúlia.

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Aguinaldo II

Filho de D. Aguinaldo
Segue as pisadas artisticas do Pai, de Nome Domingos Ramos Vieira Conduto,adquire o nome de Aguinaldo II, nascido em Évora EM 1936, fica com residência em Setubal
Inscrito no Sindicato dos Espectáculos com a cédula n. 2009, Aguinaldo II, tem exibido em Teatros de renome no Continente e Ilhas.

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Amancio

Biografia em Construção

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André Castro

Biografia em Construção

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André Melão

Biografia em construção

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Arlinda Costa

BIOGRAFIA EM CONSTRUÇÃO

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Armindo de Matos

Completam-se, neste ano de 2016, 20 anos de ausência do Dr. Armindo de Matos (1905-1996) referência ímpar da Arte da Magia em Portugal, fundador, a par de Eduardo Franco, este falecido em 2001, da Magiarte, a mais considerada casa de magia portuguesa na construção de aparelhos para Ilusionismo, no período dos anos cinquenta/sessenta, e localizada no Porto, na Rua Ferreira Cardoso.
Armindo de Matos, o prof. Armindo de Matos assim era conhecido, inicia a actividade da Magiarte, com Eduardo Franco, em 1956, sendo que em 1963 a sede, da Magiarte, é transferida para a Rua de Costa Cabral, no Porto. A decoração, original e manual, dos aparelhos representavam, só por si, uma mais valia em cada uma das peças Magiarte, quando assinadas por Germinal (Germinal Lourenço) , um nome ilustre do Ilusionismo português á época.


“Boletim Magiarte” uma referência que ultrapassou fronteiras
O prof. Armindo de Matos inicia a sua actividade, no Ilusionismo, em meados dos anos 40, no extinto I.I.R.S. (Instituto Internacional de Recreações Científicas) que daria origem á Academia Portuguesa de Ilusionismo situada no Campo Mártires da Pátria, no Porto, dirigida por Martins Oliveira que, por sua vez, viria a terminar as suas actividades em 1965, por falecimento deste responsável e proprietário.
Armindo de Matos pertenceu e colaborou de forma determinante na Tertúlia Ilusionista Tripeira, Sociedade Portuguesa de Ilusionismo, esta constituída em Fevereiro de 1954, por iniciativa de Eduardo Relvas, um incontornável no nosso Ilusionismo, e ainda não reconhecido devidamente. Infelizmente a vida desta Sociedade Portuguesa de Ilusionismo seria, oficialmente, curta e interrompida, antes de o ser, porquanto o Ministério da Educação Nacional não aprovaria os respectivos Estatutos, informação transmitida a 26 de Fevereiro de 1956, por D. Manuel Osório de Aragão, naquela que viria a ser a última Assembleia Geral e, a que o (extinto) jornal do Porto “O Primeiro de Janeiro” daria notícia.
Armindo de Matos foi um dos principais fundadores do actual Cube Ilusionista Fenianos, autor da “literatura mágica” de toda a actividade da Magiarte, e aqui se inclui o Catálogo Magiarte/ano de MCMLVI, um excelente documento a que nos atrevemos dizer hoje “uma peça de colecção” com a apresentação de 150 efeitos, parte deles inéditos, onde se poderia, por exemplo, ler: “os aparelho MAGIARTE não receiam confronto com quaisquer outros: na sua apresentação/ no seu funcionamento/ nos seus preços”, ou observava-se na prosa de Armindo de Matos, “Conselhos aos que principiam”; não há truques simples nem truques maus: há, sim, boas ou más interpretações na execução dos mesmos; e há, naturalmente, bons ou maus executantes. O prof. Armindo de Matos é o autor, ainda, do “ABC da Cartomagia” com 40 efeitos, edição da Magiarte em 1963.

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Artur Santos

Decorria a década de 80 quando, a 1 de Setembro 1987, nasce Artur Santos. Autor de uma infância repleta de petta zetas, desde cedo cativou um feroz interesse por aquilo que, mais tarde, se viria a revelar a sua grande paixão – o ilusionismo.

Aos 10 anos de idade torna-se membro do “Clube Ilusionista Fenianos”, no Porto, onde aprofunda conhecimentos na arte e cria sólidas amizades com outros ilusionistas. Aos 15 anos pisa o palco pela primeira vez, a ansiedade e nervosismo dessa estreia foram compensados pelos elogios que recebeu no final.

Em 2008, fruto do seu reconhecido trabalho e da sua relação com a comunidade mágica, é convidado para actuar no maior congresso internacional de ilusionismo realizado em Portugal, o Magic Valongo, partilhando o palco com ilusionistas de renome mundial.

Em 2010 e com 22 anos de idade, produz e realiza Porto Mágico – um programa de magia de rua pioneiro e líder de audiências no panorama televisivo português, emitido semanalmente em horário nobre e durante 3 meses no Porto Canal. Durante 13 semanas Artur Santos conduziu os seus tele-espectadores pelas ruas da cidade do Porto, numa viagem mágica feita também na a companhia de Pedro Abrunhosa, Manuel Serrão, João Seabra e Fernando Rocha.

Artur Santos foi um dos oradores convidados para a Talks 2.0 com o tema "Flow: Happiness and Creativity in your work life" e para a Escola de Magia do Porto com o tema "De mágico amador a profissional".

Aos 25 anos, paralelamente ao seu trabalho como ilusionista, inicia a sua formação superior em Design de Comunicação, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
exceder expectativas, marcar a diferença
Entre 2010 e o presente ano de 2016 o número de performances efectivas ascende o milhar, contabilizando-se uma média de 3 espectáculos semanais consecutivos para as mais variadas empresas e organizações, tornando-o num dos ilusionistas mais requisitados a nível nacional. Artur Santos trabalha também como consultor na área do ilusionismo, orquestrando o seu conhecimento multi-disciplinar especializado em busca de um resultado extraordinário para os desafios que lhe são propostos. É, ainda, pelo 3º ano consecutivo (2013 - 2015), o docente responsável pela Oficina de Magia no Colégio Luso Internacional do Porto (CLIP).

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Atsoc

Atsoc - Amândio Fernandes
Amândio Fernandes ( de nome artístico ATSOC) nasceu no Porto a 30 de Janeiro de 1951, e iniciou-se no ilusionismo com 12 anos. Participou em muitos espectáculos em Portugal e actuou nas principais salas de espectáculo do Porto, casas de fado, discotecas, e até no Monumental Casino da Póvoa de Varzim e no Casino de Espinho.

Em 1992, depois de muitos anos de trabalho, apresentou-se a concurso pela primeira vez, no Festival Internacional MAGICVALONGO, categoria de manipulação, obtendo o Prémio Revelação.

Em 1995 concorreu no Concurso do Clube Mágico Português, obtendo o 2º prémio de manipulação.

Também actuou como artista convidado na 3ª edição do Festival Internacional MAGICVALONGO. Em 1997 actuou como artista convidado no Festival Internacional "Estoril Mágico - Cascais/97".

Já actuou em vários países europeus.

Foi Presidente da Direcção do Clube Ilusionista Fenianos durante dois mandatos consecutivos.

Faz parte do Júri de concursos do Festival Internacional de Ilusionismo Magicvalongo e é membro do júri do Congresso Português de Ilusionismo.

Já lançou estes livros:

Pedaços de Ilusão
As Magias da Ilusão
A Arte da Ilusão

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